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O que é um síndico e qual o seu trabalho? Entenda a função do síndico profissional

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A função do síndico de condomínio é clara pra ti? Muitas vezes, as atribuições da sindicância são confundidas com as de outras profissões.

Neste artigo, a Aliança vai te ajudar a entender melhor o papel do síndico.

Os condomínios, como nós os conhecemos hoje, surgiram entre o fim do século XIX e início do século XX.

Criados para solucionar problemas advindos da industrialização acelerada e das duas grandes guerras que marcam o período, os condomínios estão presentes até hoje como uma opção acessível, segura e confortável de habitação.

A legislação acompanhou a popularização do condomínio desde então, e a figura do síndico se destaca como um ponto central nos desafios da administração e gestão condominial.

Neste artigo, você vai entender o que faz um síndico de condomínio, qual o seu trabalho, e entender por que a contratação de um síndico profissional pode ser a melhor opção para o seu condomínio.

 

História dos condomínios e surgimento da figura do síndico

 

As insulae ou ínsulas romanas são os primórdios do que conhecemos como condomínios residenciais hoje — muito superiores nos quesitos organização e gestão.

Essas construções eram verdadeiros prédios, que lembram muito os nossos edifícios atuais, e até continham um tipo de gestor, chamado “insularius”, que cobrava o aluguel e organizava uma coisinha aqui e outra ali.

Mas, afinal, ele prestava serviço ao dono do empreendimento, e não aos moradores. Em certo momento da história de Roma, entende-se que a maior parte da população da cidade morava nessas edificações.

Passando pela Idade Média, a ideia geral de um espaço de habitação que continha unidades privadas e áreas coletivas já existia, entretanto não se tornou popular até chegarmos ao século 20.

A forte urbanização do século XVII e XIX tornou massiva a construção de prédios e apartamentos em grandes capitais europeias, como Paris, Londres e NY, em que moravam diversas pessoas. A gestão dos espaços era informal.

A França foi um dos primeiros países a formalizar legislações aplicadas aos condomínios, em 1920; definia, dessa forma, a administração compartilhada das edificações.

No Brasil, o síndico foi reconhecido oficialmente pelo Código Civil e pela Lei de Condomínio (Lei nº 4.591/64).

Noutro artigo, em outro momento, trataremos mais sobre a história do condomínio e sobre as leis que o regem. Por enquanto, vamos focar na figura central da administração condominial: o síndico.

 

Afinal, o que é um síndico, e qual é o seu trabalho?

 

O faz um síndico de condomínio?

 

O síndico é o representante legal do condomínio.

 

Ele pode ser de dois tipos:

 

  1. Síndico morador: é um dos moradores do condomínio, e é eleito então pelos condôminos para exercer a função.
  2. Síndico profissional: é contratado externamente para exercer exclusivamente a função para o condomínio.

 

O objetivo de seu trabalho é garantir que as necessidades do condomínio sejam todas atendidas; o que inclui:

 

  • manutenção das áreas comuns
  • gestão financeira
  • cumprimento da legislação condominial
  • garantia de segurança e conforto no espaço
  • mediação de conflitos

 

O Código Civil Brasileiro determina que o síndico é um representante ativo e passivo — agindo em nome do condomínio e respondendo por ele, portanto cabe ao síndico tomar decisões administrativas, mediar conflitos e responder juridicamente pela edificação.

 

Quais são as funções do síndico?

 

O síndico, portanto, profissional ou morador, é o representante e o administrador do condomínio.

 

Ele é responsável por:

 

  • Garantir a gestão financeira do condomínio: administrar contas, controlar receitas, despesas, elaborar orçamentos e prestação de contas;
  • Contratação de funcionários: o síndico deve realizar a contratação de fornecedores e funcionários, bem como gerenciar equipes de segurança, faxinas, zelador, dentre outros;
  • Segurança e manutenção: claro, especialmente das áreas coletivas; mas o síndico também deve instruir e orientar sobre cuidados necessários nas unidades privativas;
  • Resolver conflitos: o síndico deve mediar problemas entre moradores, buscar a harmonia e a negociação saudável de interesses;
  • Dever jurídico: o síndico também deve representar o condomínio em processos judiciais e administrativos.

 

Síndico profissional: entenda a diferença

 

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A organização é uma das habilidades mais importantes do síndico

 

O síndico tradicional é o morador do condomínio, eleito pelo restante das pessoas para assumir o cargo administrativo.

Já o síndico profissional é um especialista, contratado para administrar o condomínio de maneira imparcial e eficiente.

Então, ele recebe um salário por isso, e pode gerenciar vários condomínios ao mesmo tempo.

Para exercer a função, é necessário estar registrado no Conselho Regional de Administração (CRA), além de estar em dia com suas obrigações fiscais e trabalhistas.

Confira a nossa tabela sobre diferenças entre o síndico morador e síndico profissional:

 

Aspectos Síndico Morador Síndico Profissional
Residência Mora no condomínio Não precisa morar no condomínio
Experiência Pode ser inexperiente na gestão condominial Formação e experiência na área
Imparcialidade Pode ser parcial por ser morador Atuação imparcial e profissional
Dedicação Pode ter outras ocupações paralelas Trabalha exclusivamente com a gestão condominial
Remuneração Voluntário ou recebe isenção de taxas Recebe salário estabelecido em contrato

 

Vantagens de contratar um síndico profissional.

Escolher um síndico profissional pode ser extremamente benéfico para o teu condomínio. Um profissional qualificado e imparcial pode ser muito mais efetivo em abordar questões como:

 

  • gestão e prestação de contas transparente
  • reduzir conflitos 
  • controle financeiro
  • necessidades jurídicas

 

Além disso, o síndico profissional, 100% dedicado à gestão condominial, tem mais tempo para atender as questões dos moradores.

 

Como escolher um síndico para o teu condomínio?

 

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Noite dos síndicos no Piquete Tchê Aliança

 

É claro, veja se o profissional possui uma formação sólida, bem como alguma experiência na área.

Atenção: experiência é importante, mas não determina a qualidade do profissional. Síndicos de condomínio recém-formados e com menos experiência podem ser altamente competentes em suas funções. Veja se o síndico possui boa reputação e peça indicações em outros condomínios.

Além disso, estabeleça um bom contrato, detalhando as funções, horários, responsabilidades e outras questões importantes.

Por fim, garanta que o síndico profissional é alguém disponível, que se comunica bem (especialmente em escrito!) e que tem compromisso e responsabilidade.

E, é claro, para garantir: contrate uma ótima administradora de condomínios, como a Aliança!

 

Conclusão

 

A função estruturada do síndico de condomínio surgiu lá quando os condomínios passaram a ser uma organização formal.

O síndico é uma figura central na administração de condomínios, e hoje existem formações, ferramentas, e uma cultura de gestão condominial que garante que o serviço seja bem executado, satisfazendo as necessidades dos condomínios.

Porque a gestão condominial exige conhecimento especializado, dedicação e tempo, o síndico profissional é mais recomendado do que o síndico morador, embora este possa cumprir suas funções perfeitamente num contexto que o favoreça.

A Aliança Condomínios está aqui pra te ajudar, tchê!

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